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	<description>Instituto de Otorrinolaringologia &#38; Fonoaudiologia -  São Paulo / SP</description>
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		<title>Insônia</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 13:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inof</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[A Medicina do Sono é uma subespecialidade antiga em termos de citações e relatos, porém nova em termos de definição e conceito. Despertou atenção pública nas últimas décadas devido a revolução tecnológica que estamos vivendo. A globalização tornou nosso planeta uma &#8220;loja 24 horas&#8221;&#8216; que não fecha nunca. A vida agitada nas grandes metrópoles, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #003366;">A Medicina do Sono é uma subespecialidade antiga em termos de citações e relatos, porém nova em termos de definição e conceito. Despertou atenção pública nas últimas décadas devido a revolução tecnológica que estamos vivendo.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A globalização tornou nosso planeta uma &#8220;loja 24 horas&#8221;&#8216; que não fecha nunca. A vida agitada nas grandes metrópoles, com grandes cobranças das Corporações em que um empregado desempenha funções que eram exercidas por dez indivíduos anos atrás faz de nós, seres humanos com muitas atribuições, tornando o dia &#8220;mais curto&#8221; (como um disco rígido de computador no limite de sua capacidade). Isto nos torna mais ansiosos, &#8220;realizando mil coisas ao mesmo tempo&#8221;, sem tempo para o lazer e atividades prazerosas, tendo que dormir cada vez menos e produzir cada vez mais&#8230; <strong> </strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;">Um dos reflexos deste ritmo está na qualidade de nosso Sono. Temos que trabalhar o máximo e dormir o mínimo possível. E neste ponto que surgem os Distúrbios de Sono mais comuns, como o <strong>Sono Insuficiente</strong>, que é a principal causa de sonolência excessiva diurna e as Insônias, desde a primaria, até as causadas por má higiene de sono.</span></p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>Definição (o que e Insônia?)</strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;">A Insônia é um transtorno ou síndrome caracterizado(a) pela dificuldade de INICIAR ou MANTER o Sono, ou ainda pela insatisfação com sua qualidade, o que resulta em sintomas diurnos, físicos e emocionais, do impacto no desenvolvimento das funções sociais e cognitivas</span></p>
<p><span style="color: #003366;"><a href="http://www.inof.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Insonia-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-943" title="Insonia 1" src="http://www.inof.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Insonia-1-233x300.jpg" alt="" width="233" height="300" /></a></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>Epidemiologia (quem pode ter Insônia?)</strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;">A incidência na população geral esta entre 10,2% a 37,8%. Em São Paulo, no último EPISONO, a queixa em questionário, ficou em torno de 45%. Mas de fato, a Insônia Crônica, que é tratável, gira em torno de 10% a 15% da população geral.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">O importante é diferenciar se a Insônia é primária (sem nenhum fator causador) ou insônia secundária (com um fator precipitante identificável) ou se ela é aguda (menor que 4 semanas), ou se já ficou crônica (mais de 3 meses).</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A Insônia Primária mais frequente é a psicofisiológica, que está relacionada com um estado de HIPERALERTA ou HIPERVIGILÂNCIA do paciente, caracterizada por ansiedade relacionada ao ato de dormir. É o que nos acontece, por exemplo, nas noites de domingo para segunda-feira, em que não dormimos, pois estamos pensando nos compromissos do dia seguinte ou da semana que começará!</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Das Insônias Secundárias (com algum fator gerador), destacam-se aquelas relacionadas a SAHOS (Síndrome da Apnéia/Hipopnéia do Sono), a transtornos mentais (depressão e ansiedade) e uso de medicamentos.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A SAHOS ocorre em 39% dos pacientes com Insônia, principalmente idosos e mulheres na menopausa. Na Depressão não se sabe se a insônia é causa ou consequência, porém esta presente em 90 a 93% dos casos de transtornos mentais graves.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Outras doença muito relacionada ao sono e a Fibromialgia.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Devemos também diferenciar a Insonia de outros transtornos do sono, como o atraso e avanço de fase e uso de medicamentos estimulantes.</span></p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>Critérios gerais para Insônia (sintomas que identificam a insônia)</strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;">O diagnóstico de Insônia é baseado em uma série de sinais e sintomas clínicos. A Polissonografia só tem indicação para diagnóstico de exclusão ou para comorbidades (doenças associadas).</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Os critérios gerais são:</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A. Queixa de dificuldade para iniciar o sono ou para mantê-lo ou despertar precoce ou sono cronicamente não reparador e/ou de má qualidade;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">B. Os sintomas citados em (A) ocorrem apesar de haver condições adequadas de sono;</span></p>
<p><span style="color: #003366;"> C. Presença das seguintes queixas relacionadas com as dificuldades de sono:</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Fadiga;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Deficit de atenção, concentração ou memória;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Disfunção sexual, profissional ou acadêmica;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Irritabilidade;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Sonolência excessiva diurna;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Falta de motivação e energia;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Propensão a erros ou acidentes de trabalho ou na condução de veículos;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Cefaléia, tensão e/ou sintomas gastrointestinais;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Preocupação com o sono.</span></p>
<p><span style="color: #003366;"> Como fatores de risco para Insônia, podemos citar:</span></p>
<p><span style="color: #003366;"> - Sexo feminino;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Envelhecimento (a mulher após a menopausa terá a mesma incidência que nos homens). O idoso tem como associação a noctúria, muitos medicamentos, SAHOS e inatividade;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Associação com transtornos mentais ou de doenças clínicas (&#8220;passaporte para a Insônia&#8221;);</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Trabalho noturno.</span></p>
<p><span style="color: #003366;"> <strong>Tratamento</strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;"> Existem duas formas gerais de se tratar a Insônia Primária (pois na Insônia Secundária, será tratada a causa): a NÃO farmacológica e a farmacológica.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A NÃO farmacológica chama-se <strong>TCC</strong> (terapia comportamental-cognitiva), que é a conduta padrão e tratamento de escolha em insônia primária, tanto isoladamente quanto na forma associada a terapia farmacológica.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Tem baixo risco de efeitos colaterais e a manutenção da melhora no longo prazo, embora a resposta clínica seja mais rápida no tratamento medicamentoso.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A TCC tem um tempo limitado e definido, de quatro a oito sessões, e o paciente tem papel ativo e é corresponsável por seu tratamento. É baseado no modelo comportamental de Insônia proposto por Spielman, que descreve os três principais fatores causadores da insônia: predisponentes, precipitantes e perpetuantes.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">O principal instrumento da TCC é o diário do Sono e é focada em sete fundamentos:</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">1. HIGIENE DO SONO</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Intervenção psicoeducacional que contem informações básicas sobre sono e higiene do sono. Fazem parte das orientações dadas aos pacientes as seguintes instruções:</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Estabelecimento de horários regulares de sono;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Não ir para a cama sem sono e tentar adormecer;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Não passar o dia preocupando-se com a hora de dormir;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Não ficar controlando o passar das horas no relógio;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Evitar a ingestão de estimulantes (café, cigarro, refrigerantes &#8220;escuros&#8221;&#8216; chocolate), próximo da hora de dormir;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Jantar duas horas antes de dormir;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Realizar atividades físicas regulares (pela manhã);</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Condições do quarto (conforto, temperatura, ruídos, silêncio, limpeza, organização).</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">2. TERAPIA DE CONTROLE DE ESTÍMULOS</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Consiste em instruir o paciente a estabelecer um ritmo de sono/vigília mais adequado, limitando-se o tempo de vigília e os comportamentos permitidos no quarto/cama. Visa fortalecer as associações entre as pistas para um sono rápido e bem consolidado</span></p>
<p><span style="color: #003366;">&#8220;Fazer da cama o local de dormir&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Ir para a cama apenas quando estiver com sono;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Evitar qualquer comportamento diferente de dormir ou fazer sexo no quarto/cama;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Ao se sentir incapaz de dormir, levantar da cama e ir para outro ambiente, retomar alguma atividade relaxante em ambiente com pouca luminosidade e voltar para a cama apenas quando estiver sonolento;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Manter horário fixo para acordar todos os dias;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Não cochilar ou deitar durante o dia;</span></p>
<p><span style="color: #003366;">- Não se alimentar, ler, trabalhar, assistir a televisão ou usar computador no quarto/cama.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Recomenda-se que o paciente mantenha uma AGENDA DE PREOCUPAÇÕES, em que deverão ser anotadas diariamente, antes de sentir sono, todas as suas preocupações e pendências para o dia seguinte, aprender a tranqüilizar seus pensamentos, substituindo os negativos pelos positivos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">3. TERAPIA DE RESTRIÇÃO DE TEMPO NA CAMA E DE SONO</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Consolidar o sono por meio da restrição do tempo que o paciente passa na cama ao período médio de sono (horas que o paciente realmente passa dormindo), com base no diário de sono.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A terapia leve a uma leve privação de sono. Não se recomenda período inferior a quatro ou cinco horas de sono.</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">4. TÉCNICAS DE RELAXAMENTO</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Deixar o paciente ciente da tensão e HIPERVIGILÂNCIA que mantém durante o dia e a noite.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Inclui uma variedade de técnicas. O relaxamento progressivo e o tratamento mais estudado. Outra técnica e o biofeedback.</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">5. REESTRUTURAÇÃO COGNITIVA</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Baseia-se nos sintomas cognitivos que podem ocasionar ou manter a insônia. Em geral os insones se preocupam com as consequências da insônia.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Leva o paciente a questionar a validade de suas crenças e/ou preocupações. Faz o paciente pensar que a maneira como pensamos ou julgamos os fatos é que determina o que sentimos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">6. INTENÇÃO PARADOXAL</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Reduz a ansiedade antecipatória associada ao medo de tentar dormir e não ser capaz de fazê-lo. Instrução de pacientes irem para a cama e manterem-se acordados sem tentar adormecer (isso os deixa mais relaxados e desobrigados de dormir, fazendo com que o sono chegue mais cedo).</span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">7. TERAPIA COGNITIVA NOS TRANSTORNOS DE MA PERCEPÇÃO DO SONO</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Trabalha-se a relação entre a percepção subjetiva que o paciente tem do sono, comparada com o tempo total do sono, obtido por meio da Polissonografia. Fazê-lo compreender que estão dormindo mais do que conseguem perceber.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Finalmente, avaliar com o paciente as técnicas que mais gostou e mantê-las, nunca compensar perdas de sono e, se a queixa de insônia for maior do que sete dias seguidos, então fazer a privação do sono.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Se estas técnicas não surtirem efeito, parte-se para o tratamento farmacológico. O mais comum e associar os tratamentos.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Como este texto tem por objetivo informar e esclarecer a população, o <strong>tratamento farmacológico</strong> será apenas citado.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Os Benzodiazepinicos (Rivotril, Diazepan, Lexotan, Frontal, etc.) que no passado foram largamente utilizados no tratamento da insônia, hoje em dia, perderam espaços, por possuírem efeitos a médio e longo prazo de DEPENDÊNCIA, TOLERÂNCIA e SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA (na retirada abrupta).</span></p>
<p><span style="color: #003366;">O tratamento de escolha nos últimos anos são os Hipnóticos, em especial as &#8220;Z drugs&#8221;(Zolpidem, Zolpiclona, etc.), Agonistas alfa1 seletivos, com baixo risco de efeitos colaterais, porém devendo ser tomado já na cama, pois pode levar a amnésia.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Outros tratamentos farmacológicos recentes incluem Antidepressivos Sedativos (Trazodona, Mirtazapina, Amitriptilina), Melatoninérgicos e a Valeriana.</span></p>
<div id="attachment_946" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><a href="http://www.inof.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Insônia-2.bmp"><img class="size-full wp-image-946" title="Insônia 2" src="http://www.inof.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Insônia-2.bmp" alt="BONS SONHOS!" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">BONS SONHOS!</p></div>
<p><span style="color: #003366;"> </span></p>
<p><span style="color: #003366;"> </span></p>
<p><span style="color: #003366;"> </span></p>
<p><span style="color: #003366;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Olfato e Alzheimer ?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 22:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Olfato]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com estudo publicado este mês no jornal Rhinology, há uma correlação entre distúrbios iniciais de olfato e doenças neuro-degenerativas que levam à demência (e.g. Alzheimer, Parkinson, etc.).  Sabe-se que doenças neuro-degenerativas acarretam em, entre outras deficiências, dificuldades em discriminação olfativa. Esse estudo, porém, concentrou-se em detectar alterações mínimas entre odores, e demonstra assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #003366;">De acordo com estudo publicado este mês no jornal Rhinology, há uma correlação entre distúrbios iniciais de olfato e doenças neuro-degenerativas que levam à demência (e.g. Alzheimer, Parkinson, etc.).<img class="alignright size-thumbnail wp-image-792" title="Olfato" src="http://www.inof.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/Screen-shot-2011-12-06-at-7.44.53-PM-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></span></p>
<p> <span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #003366;">Sabe-se que doenças neuro-degenerativas acarretam em, entre outras deficiências, dificuldades em discriminação olfativa. Esse <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22125780?dopt=Abstract"><span style="color: #003366;">estudo</span></a>, porém, concentrou-se em detectar alterações mínimas entre odores, e demonstra assim que pequenas, mínimas, alterações na capacidade olfativa podem surgir entre os primeiros sintomas dessas doenças.</span></p>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #003366;">Ao paciente de terceira idade, então, é importante ficar atento com pequenas mudanças em suas habilidades olfativas. Como há vários motivos nasais para tais alterações (e.g. Rinite, Pólipos Nasais, Sinusite Crônica, etc.), o ideal é buscar uma avaliação nasal minuciosa antes de suspeitar de uma doença neurológica. Não obstante, faz-se importante tal avaliação em luz da possibilidade, embora remota, de diagnóstico precoce de Alzheimer ou Parkinson, quando o tratamento é mais eficaz.</span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #003366;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #003366;">Ao colega Otorrinolaringologista, é importante lembrar-se de doenças neuro-degenerativas face paciente com disosmia e sem correlação nasal convincente após investigação minuciosa.</span></div>
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		<title>Como cuidar da minha Rinite Alérgica?</title>
		<link>http://www.inof.com.br/como-cuidar-da-minha-rinite-alergica/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 18:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Caseiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rinite]]></category>
		<category><![CDATA[Rinite Alérgica]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito comum pacientes que se apresentam para cirurgias do nariz queixarem-se de sintomas que incluem coriza, prurido nasal, esternutações (ou espirros), prurido (ou coceira) nas orelhas e nos olhos, além da obstrução nasal entre outros. A Rinite Alérgica é tão prevalente que algumas estimativas calculam que nada menos que 30% dos Brasileiros (mais ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #003366;"><img class="alignleft size-medium wp-image-730" title="Rinite 1" src="http://inof.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/allergic-rhinitis-cart11-266x300.jpg" alt="" width="266" height="300" />É muito comum pacientes que se apresentam para cirurgias do nariz queixarem-se de sintomas que incluem coriza, prurido nasal, esternutações (ou espirros), prurido (ou coceira) nas orelhas e nos olhos, além da obstrução nasal entre outros.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">A Rinite Alérgica é tão prevalente que algumas estimativas calculam que nada menos que 30% dos Brasileiros (mais ainda em grandes centros urbanos como São Paulo) sofrem deste mal, em formas leves ou graves.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Alguns cuidados ambientais não-medicamentosos são fundamentais para o controle e tratamento da Rinite Alérgica. Muitas vezes, bastam para uma resolução completa dos sintomas. Sempre ajudam muito em conjunto com tratamentos médicos. Eis algumas delas:</span></p>
<p><span style="color: #003366;">S</span><span style="color: #003366;">empre realizar higiene nasal diariamente com solução salina isotônica, ou como se diz no popular, soro fisiológico. Por exemplo: aplicar borrifadas de FLUIMARE®, SALSEP®, MARESIS®, RINOSORO SIC®,  ou SNIF® em cada narina três ou quatro vezes ao dia.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Nunca utilizar vassoura ou espanador de pó para a faxina doméstica. Realizar faxina sempre com pano úmido (mesmo após usar aspirador de pó) no mínimo três vezes por semana em todo o domicílio, e todos os dias no quarto de dormir.</span><span style="color: #003366;">Não fumar e não permitir que se fume em nenhum cômodo da residência.</span></p>
<ul>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar animais domésticos dentro da residência. Nunca permitir animais domésticos dentro do quarto de dormir!</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar objetos que acumulem poeira no quarto de dormir. Retirar brinquedos, animais de pelúcia, livros, cadernos, porta-retratos, almofadas, acolchoados, cortinas, tapetes, carpete, objetos de pêlos ou penas, abajures, quadros com moldura, etc., e manter o menor número possível de móveis no quarto.<a href="http://inof.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/Spray-Nasal.jpg"><span style="color: #003366;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-733" title="Spray Nasal" src="http://inof.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/Spray-Nasal-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span></a></span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Trocar a roupa de cama (lençóis e fronhas) uma vez por semana e lavá-la com água quente (60°C).</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar cobertores de lã, fios soltos ou chenile. Prefirir cobertores sem pêlos, como colchas ou edredons.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Manter a moradia sempre bem arejada e seca (sem grandes focos de umidade e mofos).</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Forrar travesseiros e colchões com material plástico (como capas “anti-alérgicas” ou “anti-ácaros”).</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar roupas e agasalhos de lã que soltem pêlos. Preferir agasalhos de flanela, gabardine, veludo, náilon, couro, malhas de seda, algodão, etc.<a href="http://inof.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/Spray-Nasal.jpg"><span style="color: #003366;"><br />
</span></a></span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar contato com pó-de-arroz, pó de giz, pó de pedra, talco, serragem, etc.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar ambientes úmidos e embolorados. Não permitir formação ou acúmulo de mofo em nenhum lugar da residência (pode-se utilizar tintura de iôdo diluída em álcool a 50%, ácido fênico a 5%, ou merthiolate incolor). Jamais utilizar pastilhas anti-mofo!</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar substâncias de cheiro forte, como inseticidas, odorizantes, aerossóis, vernizes, tintas, perfumes, incensos, etc.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar o manuseio de objetos e roupas guardados por tempo prolongado. Expor roupas ao sol mensalmente.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Evitar exposições prolongadas ao frio, principalmente desprotegidas.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Realizar atividades desportivas semanais com regularidade.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Comer diariamente frutas (maçã, laranja) e vegetais.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="color: #003366;">Lembrar-se de usar suas medicações conforme prescrição médica e manter acompanhamento através de consultas periódicas conforme orientação médica.</span></h6>
</li>
</ul>
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